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Sobre Nós

Quem somos, como trabalhamos e o que pode esperar de uma consultoria patrimonial privada em Guimarães.

Fundámos a consultoria em 2016, em Guimarães, com uma ideia simples: muitos proprietários têm recursos que não aproveitam por falta de informação clara. Quisemos ser quem a explica com calma.

Ao longo destes dez anos, o nosso trabalho tem sido ouvir proprietários residentes em Portugal, muitos com mais de 60 anos, que herdaram, compraram ou foram guardando imóveis e espaços. Chegam com perguntas parecidas: vale a pena arrendar, que obras seriam precisas, que papéis são necessários.

Respondemos por partes. Primeiro percebemos o que existe e como é usado. Depois comparamos o que é possível, com custos e limitações à vista. No fim, se o cliente quiser, deixamos tudo num plano escrito que pode ler em casa e discutir com a família.

Somos uma equipa pequena. A consultora principal, Helena Carvalho, acompanha os clientes desde a primeira conversa, e o analista de imóveis, Rui Magalhães, trata dos diagnósticos e das comparações. Assim, ninguém tem de repetir a sua história a pessoas diferentes.

Não somos uma imobiliária, não gerimos arrendamentos e não prestamos serviços que exijam licença própria. A nossa função é orientar e explicar, para que as decisões sejam tomadas com informação e sem pressa.

Os preços são os que constam na nossa página de preços: 39 € a consulta inicial, 79 € o diagnóstico, 129 € a comparação de alternativas e 219 € o plano personalizado. Cada passo é opcional e pode parar quando quiser.

Como trabalhamos

Princípios práticos em cada análise que fazemos

A forma de trabalhar pesa tanto como o resultado. Procuramos que cada análise seja compreensível, ajustada à pessoa e honesta quanto aos limites. Estas são as práticas que o cliente encontra no dia a dia, desde a primeira conversa até ao documento final.

  • Sempre as mesmas pessoas

    Quem o atende na consulta acompanha o caso até ao fim. Evitamos passar o processo de mão em mão, para que não tenha de explicar tudo outra vez e para que haja confiança.

  • Linguagem sem rodeios

    Evitamos termos técnicos desnecessários e explicamos os que forem inevitáveis. Se algo não ficar claro, repetimos de outra forma, em conversa ou por escrito, as vezes que forem precisas.

  • Custos e limitações à vista

    Cada alternativa é apresentada com o que custa, o que exige e o que a pode impedir. Não escondemos desvantagens nem prometemos rendimentos, porque nenhum cenário é garantido.

  • Prudência nas sugestões

    Sugerimos caminhos proporcionais à sua situação e à sua tranquilidade. Quando uma questão exige profissionais licenciados, dizemo-lo e indicamos o tipo de apoio a procurar.

  • Decisões ao seu ritmo

    Não há prazos impostos nem pressão para avançar. Pode parar após qualquer passo, pensar, falar com a família e voltar quando quiser, sem perder o trabalho já feito.

  • Atenção ao dia seguinte

    Um bom plano considera a manutenção e os passos administrativos que se seguem. Por isso incluímos o que será preciso acompanhar, para que a decisão seja sustentável ao longo do tempo.

O que nos guia

Os princípios que orientam cada conversa

Falamos de casas, de espaços e de decisões que afetam a vida de quem os possui. Por isso os princípios não são um enfeite: determinam o que dizemos, o que deixamos de dizer e a forma como tratamos cada cliente. Em cada caso, aplicam-se assim.

  1. Clareza

    Na prática, clareza é explicar cada opção com palavras simples e por escrito. Dizemos o que custa cada serviço antes de começar, o que inclui e o que não inclui, e entregamos documentos que se lêem sem ajuda de especialistas nem de dicionários.

  2. Prudência

    A prudência vê-se quando dizemos que não sabemos, ou que algo depende de uma entidade externa. Não prometemos rendimentos, não apressamos escolhas e apontamos riscos e limitações, mesmo quando tornam uma ideia menos atrativa do que parecia.

  3. Respeito

    O respeito mostra-se em ouvir antes de aconselhar e em aceitar que a decisão final é do proprietário. Valorizamos a experiência de quem nos procura, adaptamos o ritmo de cada conversa e tratamos cada situação familiar com discrição.

Contexto

A quem nos dirigimos e o que não fazemos

Os nossos clientes são proprietários residentes em Portugal, na sua maioria com mais de 60 anos, que querem aproveitar melhor o património que já têm. Alguns possuem uma casa maior do que precisam; outros herdaram um imóvel que não sabem como usar; outros ainda têm um espaço parado há anos.

O que têm em comum é a vontade de perceber o que é possível antes de tomar qualquer decisão. Muitos trazem familiares à consulta, e isso é bem-vindo: as conversas costumam correr melhor quando todos os envolvidos ouvem as mesmas explicações.

Há também limites que convém dizer com franqueza. Somos uma consultoria de orientação: ajudamos a perceber alternativas, custos e passos administrativos, mas não somos uma imobiliária, não gerimos arrendamentos nem substituímos advogados, notários ou outros profissionais licenciados quando a lei os exige.

Quando uma questão exige esse apoio, dizemo-lo desde o início e indicamos o que deve procurar. Preferimos essa clareza a uma promessa que não possamos cumprir, porque a confiança constrói-se com o que se diz e com o que se evita dizer.

Trabalhamos a partir de Guimarães, na Rua de Santa Maria 48, 2.º andar, e recebemos mediante marcação. Para quem prefere, a consulta inicial pode ser feita por telefone, e o plano escrito pode ser revisto presencialmente, com calma e sem horas contadas.

O que pode esperar de nós

  • Preços indicados antes de cada serviço começar
  • Explicações em linguagem simples, por escrito
  • Alternativas apresentadas com custos e limitações
  • Consultas presenciais ou por telefone, com marcação
  • Decisão final sempre do proprietário
  • Indicação clara quando é preciso outro profissional